quarta-feira, 9 de abril de 2014

O bom, o mau e o vilão.

Uma noite fantastiquérrima no "O bom, o mau e o vilão." Obrigado, Tiago.


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Terylene no Clube Ferroviário

Desta vez, contamos com um convidado especial: o Ricardo no clarinete.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Regresso à fábrica

Depois dos concertos na Festa do Avante com o Cais do Sodré Cabaret e do lançamento do novo espectáculo 'canções a preto e branco' no Teatro do Bairro - dois concertos memoráveis por razões muito diferentes, os terylene regressam à Fábrica do Braço de Prata. Fazem-no com um conceito de espectáculo mais próximo, locutório, trazendo à memória essas jóias composicionais escondidas nos filmes das nossas vidas, numa espécie de arqueologia lírica que devolva à luz da noite a presença de tesouros líricos que não é possível deixar de amar.

Ficam as datas dos próximos espectáculos na Fábrica do Braço de Prata



  • 23 de Setembro

  • 15 de Outubro

  • 18 de Novembro

  • 16 de Dezembro

  • 21 de Janeiro

  • 18 de Fevereiro

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

terylene no 5 para a meia noite

...e depois, aos 40' a Sara anuncia o espectáculo com os terylene. Uma querida.

aqui

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Summer place

Os terylene parecem parados. Mas não estão. Uma paragem deliberada de dois meses tem servido para renovar repertório e fazer gravações e ensaios . Em breve teremos mais novidades. Entretanto, fica aqui um dos temas que andamos a lapidar (delapidar?).




sexta-feira, 18 de março de 2011

Em estúdio


Os terylene estão a preparar novos temas. Ensaios e audições em força. Gravações em estúdio auguram um muito requisitado cd de canções deslumbrantes. Ah... E um original chamado "Sandy Só". Brevemente num concerto perto de si.


quinta-feira, 15 de julho de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

riso ensaiado é que não...

Mais um concerto na Fábrica do Braço de Prata, onde nos sentimos completamente em casa, e isto apenas porque nos fazem sentir completamente em casa. Desta vez decidimos integrar mais do que um tema com solos de guitarra, para o que levámos a guitarra electro-acústica, recorrendo aqui e ali à loop station que, usada com criatividade e comedimento pode gerar ambiências muito bonitas e algo mais complexas. Destaco, como sempre, um público simpático e entendido que nos deu muito afecto e riso. Mas saliento uma espectadora que nos revelava o seu apreço desenhando, durante o espectáculo, aqueles elementos gráficos que caracterizam os terylene: as camisas, o microfone do Francisco e os óculos. Tudo elementos cenográficos de época que escolhemos apresentar em todos os concertos terylene. Um beijinho especial à Teresa, uma amizade nova, que chegou a pensar que o nosso divertimento em palco – muitas vezes excessivo e gargalhante – era ensaiado. Não, Teresa, já aqui o dissemos antes: divertimo-nos de mais a tocar. Temos de acabar com isso de vez. ;)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Walking behind you

Uma delícia que foi gravada pelo Sinatra sem conseguir fazer dela o mesmo êxito que já antes conseguira obter na versão adocicadíssima - e ma(ra)vi(lh)osa - do Eddie Fisher, com quem atingiu o #1.

I'm walking behind you on your wedding day
And I'll hear you promise to love and obey

Though you may forget me, you're still on my mind
Look over your shoulder, I'm walking behind

Maybe I'll kiss again with a love that's new
But I shall wish again I was kissing you

'cause I'll always love you wherever you go
And though we are parted, I want you to know

That if things go wrong, dear, and fate is unkind
Look over your shoulder, I'm walking behind

If things go wrong, dear, and fate is unkind
Look over your shoulder, I'm walking behind


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

roupa nova

Excelente a noite de Sábado no Maxime. Casa cheia. Um público conhecedor que acarinhou sempre os terylene e um espectáculo com muito, muito glamour retro e gente sorridente um pouco por todo o lado. Fiz questão de ligar a minha guitarra ao amplificador sem nenhum efeito. À antiga, back to basics, como acho que se impõe neste tipo de espectáculo que se pretende vintage. Tínhamos a encomenda de cantar uma ou duas canções de Natal. Escolhemos uma: Let it snow. Tem uma progressão harmónica que pode sempre tornar-se interessante e foi isso que investigámos. Ah, não esquecer: estreámos umas novas calças azuis que a P nos arranjou e que combinam exactamente com umas camisas vermelhas. Enfim, tudo muito flashy, kitsch e silly mas sempre tentando perseguir canções bonitas e difíceis e que, por serem tão boas, permitem sempre que se lhes vista roupa nova.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

19 Dez, Sábado, Festa de Natal MAXIME

Farto de ver campanhas anunciando rotas tropicais e um Natal à sombra da bananeira, mas sem dinheiro para a excentricidade? Não se preocupe.

A sua empresa queria um local maravilhoso para uma festa de Natal, mas a crise bateu à porta e estragou a festa? Não se preocupe...

Está farto de levar os amigos a festas de pré-Natal todas iguais, com a pata, a peta, a pita e a popota? Não se preocupe!

As Produções Banana Chic (especialistas em festas larocas) e o Cabaret Maxime, têm tudo o que se procura, num só local, num só dia e numa só festa! Dia 19 de Dezembro faça as malas, reuna o pessoal da empresa, esqueça a hipo-póstuma, traga os amigos, escandalize as amigas e embarque numa viagem aos confins da fantasia, sem sair de Lisboa e sem gastar mais do que o aluguer de um camelo!

Não vai ao Brasil? Paciência, vai ao Tahiti e a Hollywood, pelas mãos das pin-ups do CAIS SODRÉ CABARET!, num espectáculo sensual e divertido, que é uma autêntica viagem espacio-temporal. A sua empresa não fez festa? Melhor ainda: venham festejar ao som d'OS CAMPEÕES DO YÉ-YÉ e dos CABARET DJ's, que vos transportarão às melhores festas dos anos 50 e 60. E, por falar em anos 60, 50, 70, etc – e muito melhor que a pata a peta, a pita e a outra – venha dar a conhecer aos amigos (e amigas!) a música dos TERYLENE, um dueto musical com uma fibra que não é óptica mas é acústica!

Enfim: festas destas, nem em Paris, nem no Cartaxo, nem na Somália. Natal – ou pré-Natal – é no Maxime, e viva o Pai Natal!

Se tiver um grupo grande, fale com o Maxime. Neste dia, a simpática gerência desta casa terá o maior prazer em orçamentar e organizar-lhe um jantarinho natalício do melhor que há!

cabaret maxime - pç. alegria, 58 em lisboa

abertura portas 22h00 . espectáculo 23h30

reserva mesas:213467090 916350427

bilhetes € 10,00

sábado, 12 de setembro de 2009

Braço de ouro

Por vezes divertimo-nos de mais, é o que é. O último espectáculo na Fábrica do Braço de Prata foi - como dizer isto? – memorável. Primeiro, estava eu a caminho das Caldas e ligo o rádio. No preciso momento em que o faço ouço a voz do Nuno Nabais a dizer: “E hoje à noite temos os terylene, um grupo kitsch que se veste a rigor e toca canções dos anos 50 e 60”. Uma verdadeira coincidência feliz. Achei piadaao riso da apresentadora ao repetir o nome da banda “terylene”.

Enfim, o concerto correu de forma excelente. No final o músico Miguel Martinho dizia-nos que existe uma dinâmica muito interessante nos nossos concertos. Onde seria de prever uma dificuldade em gerar dinâmicas, uma vez que se trata de uma banda com um único instrumento, a verdade é que temos músicas que começam muito levemente e tem crescendos e diminuendos muito acentuados que conferem aos concertos um ritmo muito versátil e singular. Achei curiosa esta ideia. Além disso disse-nos outra coisa interessante. Segundo ele resulta esplendidamente reunir este projecto de música com verdadeiro stand up comedy que foi o que os nossos diálogos vão criando de forma natural não programada. “Não há dúvida que vocês gostam muito das músicas que estão a tocar. Tocam-nas com uma sensibilidade pessoal que se transmite. O resultado é passarem essa devoção para o público que aceita o vosso desafio de as encarar como entidades vivas. Cada canção é um ser para ser respeitado. O silêncio é atento. O interesse é genuíno. Tanto quanto a vossa alegria, que equilibram com verdadeiros momentos de intimidade artística. Vocês produzem cumplicidades com pessoas que não vos conhecem de lado nenhum. Isso é raro.”

Gostei muito de ouvir estas coisas. E a verdade é que foi isso que tivemos ontem. Um público calorosíssimo e uma incontrolável vontade de rir que quase nos impedia de tocar temas tão dilacerantemente belos como o “Laura” ou o “Tenderly”. Excelente disposição e um calor de morrer – isto de vestir kitsch tem os seus prejuízos térmicos. Como de costume experimentámos novas versões. Ontem tocámos o “Call me”, numa série minuciosamente seleccionada pelo Ferro, com um arranjo bossa. Não sei se é para ficar, mas ficou bonito. Tenho andado a estudar uma inserção solo, bastante exigente (que o diga o meu mindinho) para o “Smile” e que lhe confere ainda maior delicadeza e intensidade. Apresentei-a pela primeira vez neste concerto. Nos finais de Outubro (24) voltaremos com mais novidades a esta casa de amigos. As saladas de frango estão excelentes. Recomenda-se vivamente.

Bjinhos

Rui

sexta-feira, 4 de setembro de 2009